sábado, 14 de dezembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Contra um sindicato dos patrões vote Chapa 3 – “Resgatando a Dignidade”
No dia 29 de novembro, os Rodoviários de Alagoas irão às urnas para escolher a
nova direção do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do
Estado de Alagoas (SINTTRO-AL). A CSP-Conlutas apoia a Chapa 3, “Resgatando
a Dignidade”.
Entendemos que os companheiros que compõem a Chapa 3 expressam uma mudança real nos caminhos que, até então, o SINTTRO/AL vem
seguindo. Eles representam os interesses de todos os trabalhadores rodoviários, formando uma
chapa que defenderá os trabalhadores e não, os patrões.
Os
trabalhadores da Chapa “Resgatando
a Dignidade” são os que realmente têm se colocado em defesa de sua
categoria. Eles participaram das mobilizações deste ano, denunciando a
precarização do trabalho nos transporte, o arrocho salarial e as péssimas
condições de trabalho. Essa realidade existe para que os donos das empresas
tenham lucros cada vez maiores.
Votar na Chapa 3, além resgatar a dignidade dos
trabalhadores rodoviários, significa, hoje, construir um sindicato autônomo,
compromissado com os trabalhadores e sem nenhuma relação com patrões ou
governos. Um sindicato que seja construído pela base dos trabalhadores que, diariamente,
enfrentam estradas e vias em péssimas condições, ônibus sucateados,
insegurança e salários rebaixados. Significa fortalecer a luta contra as
opressões, contra o assédio sofrido pelas companheiras rodoviárias.
Por isso, a CSP-Conlutas apoia a Chapa 3 e convida os trabalhadores rodoviários alagoanos a construírem um SINTTRO/AL dos trabalhadores, que seja de luta, capaz de enfrentar patrões e governos, e que tenha como compromisso a conquista de direitos para a categoria.
Assinam:
Central Sindical e Popular –
Conlutas/Alagoas (CSP – Conlutas/AL)
Movimento Mulheres em Luta de Alagoas (MML/AL)
Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal e do MPU em Alagoas (SINDJUS/AL)
Sindicato dos Petroleiros, Petroquímicos, Químicos e Plásticos de Alagoas e
Sergipe (Sindipetro AL/SE)
Sindicato dos Servidores Públicos Federais da Educação Básica e Profissional no Estado de Alagoas (SINTIETFAL)
Sindicato dos Servidores Públicos Federais da Educação Básica e Profissional no Estado de Alagoas (SINTIETFAL)
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Comitê alagoano “O petróleo tem que ser nosso” será lançado amanhã (19/06)
Nacionalmente, têm sido criados comitês contra os leilões do
petróleo brasileiro. Em Alagoas, o Comitê “O petróleo tem que ser nosso” será
lançado nesta quinta-feira (19/09), com a perspectiva de organizar mobilizações
no estado para cancelar os leilões. O evento acontecerá às 18h30, no auditório
do Sindipetro AL/SE (Rua do Imperador, 389, Centro). Ocorrerá a exibição do
filme “Ouro Negro”. E, em seguida, será realizado um debate sobre “Geopolítica
do Petróleo”, com a participação do geólogo da Petrobrás e dirigente do
Sindipetro AL/SE, Dalton Francisco dos Santos. Essa é uma iniciativa do
Sindicato dos Petroleiros, Petroquímicos, Químicos e Plásticos de Alagoas e
Sergipe (Sindipetro AL/SE), com o apoio da Central Sindical e Popular –
Conlutas/Alagoas (CSP – Conlutas/AL) e da Federação Nacional de Petróleo (FNP).
A organização desses comitês foi impulsionada pelo anúncio
da 12ª rodada de leilões do petróleo, prevista para o dia 21 de outubro. Dessa
vez, governo Dilma (PT) venderá o Megacampo de Libra, na Bacia de Santos. Essa
área de exploração petrolífera é considerada a maior descoberta da camada
pré-sal brasileira, possuindo um valor estimado em R$ 3 trilhões. Porém, de
acordo com o Instituto Latino-americano de Estudos Sócio-Econômicos (Ilaese), a
expectativa é que o campo seja vendido por 0,1% de seu valor (R$ 3 bilhões). Os
compradores são as famílias Rockefeller e Rothschild, donas das quatro maiores
indústrias petroleiras do mundo.
“Se toda a riqueza do
petróleo brasileiro ficasse para o povo brasileiro e não para as multinacionais
nesses leilões, nós poderíamos garantir 10% do PIB para a educação, 6% do PIB
para a saúde, 2% do PIB para os transportes públicos. Ia garantir saúde,
educação e transporte de forma pública, estatal e de qualidade para todo o povo.
Estão deixando grande parte da riqueza ir pro estrangeiro. Não podemos permitir
isso. Temos que garantir que toda a riqueza do petróleo seja usada para o bem e
para o desenvolvimento do Brasil”, explica Nazareno Godeiro, coordenador do
Ilaese.
Outro motivo para ser contra a venda é o aumento do preço
dos combustíveis. De acordo com o Sindipetro AL/SE, o petróleo descoberto na
camada pré-sal poderia baratear o preço do litro da gasolina vendida no Brasil.
Calcula-se que o tanque de um automóvel que tem a capacidade de receber 45
litros seria cheio com menos de um real.
“Todos os movimentos sociais, as entidades estudantis e trabalhadoras
devem se somar ao comitê. Cabe à população barrar esse ataque à soberania
nacional”, convida Paulo Bob, dirigente da CSP – Conlutas/AL. O comitê espera realizar
uma manifestação no dia 3 de outubro. Esse ato será organizado nacionalmente pela
FNP e coincide com o aniversário de 60 anos da Petrobrás.
Serviço: Lançamento do Comitê “O petróleo tem que ser nosso
de Alagoas”, na quinta-feira (16/09), às 18h30, no auditório do Sindipetro
AL/SE (Rua do Imperador, 389, Centro). Será exibido o filme “Ouro Negro” e realizado
um debate sobre “Geopolítica do Petróleo”, com a participação do geólogo da
Petrobrás e dirigente do Sindipetro AL/SE, Dalton Francisco dos Santos.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Sururuzada do Fora Teo no dia da Emancipação Política de Alagoas
O dia da emancipação política de Alagoas foi de sururuzada. Na
manhã dessa segunda-feira (16/09), a CSP-Conlutas/AL, o DCE/UFAL, a ANEL/AL e o
MML/AL organizaram a distribuição de sururu em protesto contra os gastos
milionários do governador Teo Vilela (PSDB) com refeições oficiais e contra o
descaso com Alagoas, que tem o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do
Brasil. Cerca de duzentas participaram do ato irreverente na Praça Marcílio
Dias, no bairro do Jaraguá.
“Essa atividade é um contraponto ao governo do estado, que
gastou mais de R$ 10 milhões em comida, e tem a previsão de gastar R$ 40
milhões até o ano que vem. Esse gasto absurdo é feito em detrimento da saúde,
da educação e da segurança pública. Somos o segundo estado em que mais mulheres
são assassinadas, e faltam políticas públicas direcionadas a elas, como
delegacias e assistência psicológica”, explicou Paulo Bob da CSP-Conlutas/AL.
A unidade entre trabalhadores e estudantes foi destacada por
Luciane Araújo, da ANEL/AL, “É muito importante a participação nesse ato dos estudantes
junto aos trabalhadores. As pautas da
classe trabalhadora também são nossas. Estamos aqui por causa da situação da educação
no estado. Um exemplo são os monitores, que substituem os professores, sofrendo
com a precarização do seu trabalho. Por isso, a ANEL/AL aprovou, na sua última
Assembleia Estadual, a realização de um abaixo-assinado exigindo um concurso
público para professores. Esse abaixo-assinado começará semana que vem”.
Paulo Bob reiterou que os problemas sociais apontados pelo
protesto se também se relacionam a política econômica do governo federal, “Para
melhorar a saúde, a educação, a segurança, precisamos de mais investimentos,
inclusive federais. Esses investimentos poderiam ser pagos através da
exploração do petróleo nacional. Ao invés disso, a Dilma leiloa o petróleo,
entregando a exploração a multinacionais por preço de banana”. Paulo Bob
explicou que na quinta-feira (19/09), às 18h30min, no Sindipetro, será lançado
o Comitê “O petróleo é nosso” de Alagoas, para lutar contra a privatização e
defender a soberania nacional.
O ato foi finalizado com a distribuição de panfletos durante
o desfile comemorativo da Emancipação Política alagoana, realizado no bairro do
Jaraguá.
domingo, 15 de setembro de 2013
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