terça-feira, 14 de junho de 2016

Dia Nacional de Lutas - 16 de Junho


O Fórum dos Servidores Públicos Federais/AL, a CSP-Conlutas/AL, o Sindipetro/AL-SE, a ANEL, o Movimento Mulheres em Luta, o Sintietfal, o Sintufal, a Adufal e o DCE/UFAL vêm se manifestar contra o Ajuste Fiscal e a PLP 257; e exigir o Fora Temer.
Em cerca de um mês, o Governo Temer mostrou para que veio: atacar de forma mais rápida e mais dura os direitos dos trabalhadores. Além de perigoso, esse governo se mostrou instável. A crise política no país não cessou e atingiu nomes famigerados da cúpula do PMDB, como Renan, Jucá, Sarney, e Cunha. A dificuldade para governar será grande, visto que menos de 10% da população brasileira apoia esse governo ilegítimo. A classe trabalhadora não tem nenhuma ilusão com o Governo Temer, que é uma verdadeira corja de corruptos profissionais, carregando aquilo que há de pior e de mais reacionário. Os trabalhadores e trabalhadoras rechaçam esse governo e este congresso nacional recheado de picaretas.
Ao processo de acumulação capitalista é inerente a extração de mais-valia. Os grandes capitalistas e os governos deles sempre viveram assim. Entretanto, em meio às recorrentes crises econômicas, a prática reiterada é a busca de compensação das perdas nas riquezas de outros países e na super exploração da mão de obra assalariada. Assim, a maior estatal brasileira – a Petrobrás – está na mira dos grandes conglomerados forâneos e os direitos sociais e trabalhistas do povo brasileiro estão fortemente ameaçados.
Diante desta realidade, somente é possível uma alternativa: ir às ruas e se mobilizar. Temer já anunciou aquilo que pretende: aprofundar ainda mais o Ajuste Fiscal, jogar nas nossas costas o peso da crise, realizar uma “contra reforma” na previdência, aprovar diversas leis antitrabalhistas, como o PL 257 que busca congelar o salário dos servidores e servidoras, restringir novas contratações e aumentar a contribuição previdenciária. É preciso a mais ampla unidade de ação para combater estes ataques do Governo Temer, assim como para trabalhar a derrubada do próprio governo via mobilizações populares.
Sendo assim, o Fonasef (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais) está convocando um dia nacional de luta na próxima quinta, dia 16 de junho. Em Brasília, haverá um grande ato em defesa do serviço público e dos direitos dos trabalhadores e pelo Fora Temer. Este ato será combinado com a marcha em defesa da educação pública, evento que irá abrir o II Encontro Nacional de Educação. Aqui em Alagoas, o ato ocorrerá no Centro, em frente ao antigo Produban, às 9 horas. Reforçamos o convite para que os movimentos sociais, centrais sindicais, sindicatos, organizações políticas e sociais, assim como todos/as que defendem os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras, se somem nesta mobilização.
#ForaTemer
#NãoAoPLP257

#NãoAoAjusteFiscal

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Eleição do SINTIETFAL: os trabalhadores do IFAL recuperando seu instrumento de luta!

Davi Fonseca, membro da CSP-CONLUTAS/AL

Acontece hoje (26/02/2016) a eleição do SINTIETFAL, Sindicato dos Trabalhadores do IFAL. Um momento importante para a categoria de técnicos e docentes da Instituição, após anos sem uma entidade para tocar suas lutas. A eleição de hoje representa a busca por uma "refundação" do sindicato, a fim de devolver a entidade para a categoria, antes nas mãos de uma burocracia comprometida com interesses escusos, historicamente inimiga de sua própria sua base, obstáculo à construção das lutas cotidianas

A CSP-Conlutas/AL apoia a iniciativa dos companheiros que tomaram para si a difícil tarefa de enfrentar as etapas que tornaram possível realizar a eleição de hoje, a qual ocorre sob acompanhamento de membros do Sindicato dos Judiciários de Alagoas - SINDJUS/AL (filiado a CSP-Conlutas), após longo processo judicial que possibilitou afastar o aparelhamento criminoso que engessara por tantos anos a entidade.

Nacionalmente, a categoria é filiada a CSP-Conlutas, localizando-se nas fileiras de enfrentamento contra os ataques do governo PT e sua oposição de direita. Agora os trabalhadores terão mais um instrumento para construir conosco em Alagoas o combate aos duros golpes sofridos pela classe trabalhadora no país, somando mais uma entidade à resistência.


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

A CSP-CONLUTAS/AL APOIA A CHAPA 2 PARA AS ELEIÇÕES DO SINTEAL EM ARAPIRACA


Nos dias 02 e 03 de setembro ocorrerão as eleições para o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas – SINTEAL. É um importante processo eleitoral, pois é nele que os trabalhadores em educação escolhem a diretoria que irá estar à frente do sindicato nos próximos 03 anos.

A CSP-Conlutas sempre esteve junto na luta por uma educação pública, gratuita e de qualidade, assim como nas lutas em defesa dos direitos e melhores condições de trabalho de todos os trabalhadores da educação estadual (professores e funcionários de escola).

Entendemos que a luta dos trabalhadores em educação de Alagoas é uma luta direta contra os ataques do governo Renan Filho (PMDB) que “ironicamente” a chapa da situação, ligada a CUT/PT, chamou o voto para governador nas eleições de 2014. O mesmo governador que defende e aplica a política de ajuste fiscal do Governo Federal.

Governo federal e estadual põem em prática um conjunto articulado de ataques aos direitos dos trabalhadores e uma política de austeridade fiscal em favor dos banqueiros e grandes capitalistas. Mas tem resistência. De outro lado, os trabalhadores têm demonstrado grande disposição de luta, como na atual greve dos professores da rede estadual. 

Acreditamos que a resistência está com aqueles que vem enfrentando os ataques do governo Renan à categoria e ao ajuste que o Governo Dilma. Esta resistência se mostra nas assembleia da rede estadual e também nos professores funcionários que constroem a chapa 2, “Resistência pela Base”, que concorre às eleições na regional Arapiraca. Apesar de não termos uma referência estadual na disputa das eleições, os companheiros de Arapiraca conseguem ser a referência no combate as direções traidoras e também na construção de um programa que defenda a educação.

Com organização de base e com lutas que conseguiremos vitórias, e só poderemos construir esta referência a partir de uma política que se enfrente com o governo do PMDB e com as políticas de ajuste de Dilma (PT) e da oposição de direita (DEM e PSDB).

Neste sentido, nós educadores da CSP Conlutas, apoiamos e chamamos voto na chapa 2, “Resistência pela Base” no núcleo Regional Arapiraca.

Mas também respondemos as eleições estaduais e convidamos a todos a votar nulo na eleição estadual, pois a chapa 1 representa a continuidade do projeto de imobilismo do Sinteal.


Alagoas, 01 de setembro de 2015
Educadores da CSP Conlutas

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Moção de Repúdio à Perseguição e Criminalização dos Servidores pela Reitoria do Instituto Federal de Alagoas

Crédito: Jonathan Lins/G1 

O Instituto Federal de Alagoas tem um histórico de perseguições, calúnias e criminalização dos que se colocam em oposição aos interesses e desmandos dos gestores. Atualmente estão fazendo valer este histórico de perseguição, tanto pela reitoria (com todos os pró-reitores), quanto com os diretores dos campi. 

Na greve de 2014 os servidores de Satuba: Hugo Brandão, Wilson Ceciliano, Gabriel Magalhães, Elizabete Patriota sofreram agressões físicas, verbais e psíquicas, bem como foram alvos de calúnias e difamações, conduzidas pelos gestores do IFAL que se aproveitaram do momento de confusão e apresentaram os servidores como culpados, antes mesmo da apuração dos fatos. Porém, tratava-se de uma ação orquestrada, colocando os servidores, vítimas de violência, como culpados e “baderneiros”. 

Resultado disto foi a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) de caráter político-intimidatório, que por pressão da sociedade e dos servidores da nossa instituição, que reconheceram a verdade e apoiaram os servidores agredidos, ficou suspenso por mais de um ano. O referido PAD - aberto logo após a greve de 2014 - teve explícita conotação política de tentar intimidar não apenas os cinco servidores nele envolvidos, mas o conjunto da categoria que se levantou naquele ano contra a profunda precarização do IFAL. A suspensão temporária do processo teve por objetivo manter os cinco servidores intimidados, afastados da luta na instituição, o que, todavia, não se consumou. 

Os servidores perseguidos no PAD têm participado ativamente da greve 2015 em conjunto com a categoria e/ou mantido seus posicionamentos de enfrentamento e oposição a atual gestão do campus e reitoria. Coincidentemente – a pedido da gestão do Campus Satuba, que está enfrentando a oposição dos servidores citados no PAD (todos são do referido campus) – o PAD foi reaberto a toque de caixa no decorrer da presente greve, deixando cristalina a tentativa de intimidar os servidores que estão na luta, em especial os citados no referido PAD. Essa ação da Reitoria, na pessoa do reitor Sérgio Teixeira e seus pró-reitores, bem como da Direção de Satuba, na pessoa do diretor Anselmo Lúcio, demonstra o ataque ao direito à livre organização e manifestação dos trabalhadores, a democracia e a todos os servidores do IFAL.

Por estes motivos acima expressos, nós, da CSP-Conlutas Alagoas, manifestamos o nosso repúdio à conduta do Reitoria e Direção do campus Satuba, ao mesmo tempo em que exigimos:
- Arquivamento imediato do Processo Administrativo Disciplinar contra os cinco servidores criminalizados na greve de 2014;
 -  Pelo fim a todas as perseguições contra os servidores do IFAL que estão em greve.

sábado, 6 de junho de 2015

Declaração de Apoio da CSP-Conlutas/AL a candidatura de Valéria Correia à Reitoria da UFAL

A CSP-Conlutas sempre esteve na luta pela educação ao lado dos trabalhadores. Neste primeiro semestre, os trabalhadores da educação básica têm sacudido vários estados com greves heroicas. E agora, inicia-se uma greve nacional das universidades federais, enfrentando-se diretamente contra a política de cortes do governo Dilma – que já retirou mais de 16 bilhões da educação – e de arrocho salarial sobre esses trabalhadores. Além das greves dos servidores, nos somamos às lutas dos estudantes e terceirizados que se alastram Brasil a fora. Neste sentido, nas eleições para Reitoria da UFAL, apoiamos a candidatura de Valéria Correia. Entendemos que essa candidatura é parte dessa luta maior em defesa da educação pública de qualidade, 100% pública e estatal e voltada aos interesses dos trabalhadores.

Se de um lado, os Governos e os patrões põem em prática um conjunto articulado de ataques aos direitos dos trabalhadores e uma política de austeridade fiscal em favor dos banqueiros e grandes capitalistas, de outro lado, os trabalhadores têm demonstrado grande disposição de luta e resistência. As montadoras preparam demissões em massa, mas os trabalhadores têm respondido com greves para garantia do emprego. Em vários estados, os governos enfrentam massivas greves da educação contra os planos de ajuste e em defesa das condições de trabalho. 

Há um cenário de forte polarização política, onde, em que pese todas as dificuldades e desafios, os trabalhadores têm apontado a possibilidade de construir seu próprio caminho, a despeito das falsas alternativas apresentadas pelo PT e pelo PSDB. É neste contexto que enxergamos como uma grande vitória do campo dos trabalhadores, a eleição de Roberto Leher para Reitoria da UFRJ. A candidatura de Valéria Correia e Vieira, ocupam o mesmo lugar no âmbito da Ufal.

A mesma burocracia acadêmica domina a Ufal há mais de uma década, aliados a oligarquia alagoana e servindo de correia de transmissão das nefastas políticas para Universidade implementadas pelo governo federal do PT. Agora, uma chamada terceira via, surgida de um racha dentro desta mesma burocracia, apresenta-se como oposição. Contudo, apesar do discurso de mudança, são apoiados nas mesmas forças políticas que a atual gestão.

A Chapa 1, Outra Ufal é possível, com Valéria e Vieira, é a única alternativa na Ufal ao projeto de precarização da educação, porque é uma candidatura construída nas lutas contra a privatização da educação e da saúde! Damos nosso apoio porque acreditamos que essa chapa, aglutinando os lutadores e lutadoras que estiveram à frente da defesa por uma expansão com qualidade, em defesa do HU 100% SUS e contra a Ebserh, contra o despotismo dentro da Universidade, entre outros tantos embates, poderá construir uma Reitoria diferente de todas que a antecedeu. Uma Reitoria que sirva como mola propulsora das lutas, que seja um instrumento de mobilização permanente, que faça da Universidade mais uma trincheira dos trabalhadores e da juventude em defesa dos seus direitos. Outra Ufal é possível, na medida em que a Reitoria de Valéria e Vieira se colocar inequivocamente ao lado dos trabalhadores, contra os interesses que historicamente dominaram a Ufal. Os políticos burgueses reagirão, o governo federal tentará retalhar, a casta burocrática acadêmica buscará todos os meios para reaver seus privilégios, caberá a Reitoria, democraticamente apoiada nas bases, lutar ao lado dos trabalhadores. Outra Ufal é possível, a luta nos chama!


sábado, 23 de maio de 2015

Moção de repúdio aos Deputados Federais Alagoanos que votaram contra os trabalhadores


O Governo Dilma (PT) vem implementado um ajuste fiscal que ataca diretamente os trabalhadores brasileiros. Nas últimas semanas, os deputados federais aprovaram as primeiras Medidas Provisórias (MP) que mexem com direitos dos trabalhadores e previdenciários.

A MP 664 estabelece novas regras para concessão do auxílio doença e pensão por morte. Na prática, impõe um período de carência de um ano e meio de contribuições para o recebimento da pensão, que antes não havia. E estabelece um tempo mínimo de casamento ou união estável de 2 anos e limita a pensão vitalícia para os cônjuges acima de 44 anos. O tempo de recebimento da pensão cresce gradativamente com a idade. Aos cônjuges menores de 21 anos a pensão vai valer por apenas 3 anos.

E a MP 665 é duro ataque ao seguro-desemprego, pois aumenta o tempo de trabalho pra ter o direito ao benefício dos atuais 6 meses para 12, o dobro. E também modifica o abono salarial que passa de 30 dias para três meses, e o benefício passa a ser proporcional.

Além de todos os trabalhadores, a alteração vai atingir sobretudo as mulheres negras, pobres e trabalhadoras. Estas duas medidas perversas foram aprovadas pelos deputados federais e seguem para a aprovação do Senado. 

Os Deputados Federais de Alagoas, mesmo cientes que as medidas ajudam a manter a miséria alagoana, votaram favoráveis as MP´s. Paulão, Arthur Lira, Maurício Quintela e Givaldo Carimbão votaram favoráveis as duas MP´s. E Marx Beltrão votou favorável a MP 665.

Nós da CSP-Conlutas denunciamos e repudiamos estes deputados que votaram contra os direitos dos trabalhadores e que ajudam a manter o cenário de mais miséria em Alagoas. Chamamos a todas as nossas organizações a denunciarem estes inimigos dos trabalhadores alagoanos.

E exigimos que a CUT-Alagoas denuncie este ataque aos direitos dos trabalhadores, principalmente o Deputado Federal Paulão (PT), ex-sindicalista e hoje inimigo dos trabalhadores.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

LUTAR NÃO É CRIME!

A CSP CONLUTAS/AL APOIA A LUTA DOS TRABALHADORES E ESTUDANTES DA EDUCAÇÃO ESTADUAL

Crédito: TNH1

O ano de 2015 já começou com lutas importantes, e também já mostra a que veio o atual governador eleito Renan Filho (PMDB-AL). No dia de hoje, 27/02, durante um protesto pacífico de trabalhadores vigilantes e estudantes da rede pública, o Governo Renan acionou o BOPE para reprimir violentamente a manifestação. 

Os vigilantes estão em uma luta constante pela readmissão da parte do Governo do Estado, que demitiu 360 motoristas do transporte escolar. São trabalhadores que sofrem em seu cotidiano de trabalho por condições precárias de transporte e a isso somou-se uma outra pauta: o atraso nos salários da categoria do último mês, o que gerou ainda mais indignação. Com isso, estudantes secundaristas se juntaram à mobilização em frente ao CEPA (o maior complexo educacional de Alagoas). 

O governo Renan não hesitou em aplicar a força do BOPE contra os estudantes, vigilantes e demais trabalhadores que reivindicavam seus direitos. Pessoas dentro e fora do ônibus passaram mal com o gás lacrimogênio e a manifestação se dispersou. 

O Governador mal começou a assumir o governo e já mostra que vai ficar do mesmo lado do seu antecessor. Irá governar para as oligarquias e se apoiar fortemente na polícia do Estado. A população sofre cada vez mais com a precarização de serviços básicos como emprego, transporte, saúde. Nossa educação é dona de índices vergonhosos para os Alagoanos e, como se não bastasse, dificultam mais ainda o acesso a ela. Agora em que a situação financeira se aperta no nosso país, as coisas tendem a piorar, mas nós não podemos ser os que vão pagar por isso. 

É de responsabilidade direta dos governos estaduais e dos partidos que estão na Assembleia legislativa o caos em que se encontra a educação em Alagoas. Se antes era Téo e o PSDB, agora é Renan com seu partido, o PMDB, que demonstrou sua truculência com os manifestantes. Infelizmente com a conivência de partidos como o PT e o PC do B, que fizeram campanha (e compõem) este governo e até agora não soltaram uma posição sobre o ocorrido. 

A CSP-Conlutas Alagoas se solidariza com os manifestantes e os apoia incondicionalmente, pois é com muitas mobilizações que conseguiremos vitórias. Que Alagoas siga o exemplo dos professores em greve no Paraná e em outros estados, que não se calarão diante da criminalização dos movimentos sociais levadas a cabo pelo governo do PMDB. 

TODO APOIO A LUTA DOS TRABALHADORES/ESTUDANTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS! 

PELA READMISSÃO IMEDIATA DOS VIGILANTES! 

CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Somos todos rodoviários: Contra a demissão de Marconi Carlos!



 
A Constituição da República, no artigo 7°, inciso I, assegura que todos os trabalhadores tenham relação de emprego protegida contra a demissão arbitrária ou sem justa causa. Mas a empresa  de ônibus Veleiro não quer cumprir esta lei.

A Veleiro está perseguindo Marconi Carlos, um dos principais defensores dos trabalhadores rodoviários. A empresa tenta demitir Marconi arbitrariamente, já que Marconi está assistido pelo INSS. A demissão não tem justa-causa. A demissão tem motivo político. A demissão é perseguição.

Marconi foi um dos responsáveis pelas lutas e pelas conquistas de direitos que os trabalhadores rodoviários conseguiram nos últimos anos. Ao tentar demitir Marconi, a empresa tenta calar aqueles que defendem os rodoviários.

Incomoda, ainda mais, o fato de Marconi ser da CSP-Conlutas, grupo de oposição a atual direção do Sinttro-Al. O sindicato tem que defender o Marconi, porque demiti-lo é abrir espaço para outras demissões. O Sinttro-Al tem que proteger o emprego de todos os rodoviários, independentemente de quem seja. É dever da direção defender os direitos e os interesse da categoria. Esperamos que o Sinttro-Al se posicione contra esse absurdo que é a demissão de Marconi. O Sindicato não pode ser omisso.

Somos todos rodoviários. Se hoje querem demitir Marconi sem justa causa, nada impedirá que demitam outro trabalhador rodoviário. Por isso, chamamos a todos os rodoviários a defender o Marconi Carlos.

Contra a demissão de Marconi Carlos!
Ficar calado é defender os patrões, Sinttro-Al se posicione!

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Preparação para o Encontro Nacional de Educação



A CSP-Conlutas/AL, convida o conjunto dos sindicatos, movimentos sociais, entidades acadêmicas, movimentos estudantis e partidos que defendem o projeto de Educação Pública para uma reunião, no dia 30/07, às 16h, no SINDIPETRO, para discutir a preparação para o Encontro Nacional de Educação - ENE

Visando garantir um debate local sobre os rumos do projeto de Educação Pública e a participação de uma delegação de Alagoas no ENE que ocorrerá nos dias 08, 09 e 10 de agosto no Rio de Janeiro, a CSP/AL está chamando uma reunião na próxima quarta-feira para discutirmos e organizarmos um momento de debates e plenária na etapa de Alagoas que deverá acontecer antes do dia 06 de agosto.

O ENE, se propõe a ser um espaço de unidade de ação para tornar as lutas pela educação pública qualitativamente superior capaz de alterar a correlação de forças na disputa dos rumos da educação pública. As incrições devem ser realizadas até o dia 30/07. (http://ene2014.wordpress.com/ )

Os Eixos que norteiam os encontros preparatórios e o ENE são.
1- Privatização e mercantilização da Educação: das creches a pós graduação;
2- Financiamento da Educação Pública;
3- Precarização das atividades dos trabalhadores da Educação;
4- Avaliação meritocrática na educação;
5- Democratização da educação;
6- Acesso e Permanência;
7- Passe Livre e Transporte Público.

Em defesa do Projeto de Educação Pública, gratuita, com financiamento público para a educação pública, democrática e de qualidade socialmente referenciada.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Nota da CSP-Conlutas/AL em solidariedade aos trabalhadores em greve do IFAL agredidos durante ato no Campus Satuba

SOLIDARIEDADE AOS SERVIDORES EM GREVE DO IFAL

Wilson Ceciliano, Docente do IFAL e diretor do SINTIETFAL.
Fonte: Sintietfal 
Na manhã de hoje (09/06), durante atividade de GREVE dos servidores do IFAL, campus de Satuba, professores e técnicos foram surpreendidos por um grupo de pais de alunos com agressões verbais e físicas, incluindo, até, ameaças à vida. O conflito se deu em decorrência da volta de alguns professores que em assembleia golpista, sem a devida divulgação ao conjunto da categoria, decidiram de forma arbitrária e isolada o fim da GREVE, à revelia das assembleias legitimamente divulgadas e com a presença do conjunto dos servidores. Os professores agredidos se encontravam no campus, cumprindo a função de esclarecer os estudantes e a comunidade acadêmica acerca da necessidade de democracia no campus e sobre o direito de GREVE, garantido constitucionalmente.

Os servidores dos Institutos Federais de todo o país estão em GREVE e suas reivindicações não se limitam a ganhos salariais, muito pelo contrário. Em reunião com o Reitor do IFAL, no dia 02/06, o comando de greve local discutiu incansavelmente 28 pontos de pauta retirados em assembleia estadual, contemplando: “a falta de estrutura dos campi da capital e das cidades do interior (vários funcionando em escolas municipais). Em ambos não existem restaurantes públicos e, mesmo aqueles que possuem, são privatizados – onde estes estabelecem limites no fornecimento de refeições/dia. Isso implica em sérias dificuldades de funcionamento dos cursos integrais (não só pela falta de restaurantes, mas também de banheiros, bebedouros e laboratórios). O número insuficiente de bolsas e a burocratização dos processos que dificultam ou mesmo impedem o acesso a esse direito dos discentes é um dos principais problemas referentes à precariedade da assistência estudantil. É preciso atentar também para o fato de que as poucas bolsas de pesquisa/assistência acabam por custear serviços privados dentro dos campi. Um exemplo é o preço cobrado pelos restaurantes, que é maior que o de vários outros ao redor dos campi. Ao final, é dinheiro público que não cumpre adequadamente o seu papel de financiar uma formação de qualidade. A Lei de Diretrizes de Base da Educação garante a merenda escolar aos alunos da educação básica, mas isso não tem sido cumprido em muitas unidades de ensino da Educação Federal.” (Boletim SINASEFE, nº 11, 05/06/2014).

Esperamos que esta atitude covarde e completamente desinformada seja isolada. Acreditamos que é também dever da comunidade de pais de alunos o apoio à GREVE, que defende um IFAL PÚBLICO, GRATUITO E DE QUALIDADE para os filhos da classe trabalhadora!


MACEIÓ, 09 DE JUNHO DE 2014

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Aprovados em concurso da Educação lançam manifesto em defesa da educação pública

Os aprovados no último Concurso da Educação do Estado de Alagoas lançaram na última terça-feira (22), no auditório do Sindipetro AL, um manifesto em defesa da educação no estado e exigindo a convocação dos aprovados no concurso. O movimento “Convocação Já”, chama atenção da sociedade para o grave problema em que se encontra a educação em nosso estado.
O lançamento do manifesto contou com a participação da Central Sindical CSP-Conlutas, do Sindipetro AL, do Sindjus AL, da entidade estudantil ANEL/AL, do movimento secundarista Reviravolta, do DCE UNCISAL, de Rogério Dias, do movimento Quintal Cultural e da Frente de Esquerda por Alagoas, que conta com PSTU e PSOL.
O manifesto destaca que Alagoas ocupa os piores postos no quesito educação. “Alagoas amarga os piores índices sociais na educação. Dados recentes do Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes (PISA), mostram a triste realidade: os estudantes alagoanos de 15 anos ficaram com o último lugar em matemática foram 342 pontos, em leitura foram 355 pontos e em ciências 346, alcançando uma média de 347,763. A pior colocação entre os estados brasileiros.” * Trecho do manifesto.

Rodrigo Aragão, do movimento “Convocação Já”, destaca que mesmo que todos os aprovados sejam convocados ainda haverá carência nas escolas de Alagoas. “Estimasse carência é superior a 3000 professores. Em todo o governo de Teotonio Vilema (PSDB) não houve um estudo que comprovasse a real carência”, disse. 
“O que há é um enorme descompromisso com a educação. O governo investe em monitores (trabalhadores terceirizados) e não se empenha em efetivá-los. Um monitor recebe muito abaixo do que um professor efetivo, e se você for nas escolas públicas verá que a maioria dos professores é monitor”, garante Rodrigo.
“Nós, aprovados no concurso da educação (2014), consideramos um retrocesso a gestão do governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) e do vice-governador José Thomaz Nonô (DEM), que soma também a gestão da secretária de Educação Josicleide Moura.” * Trecho do manifesto.
Os aprovados seguem divulgado o manifesto, que será entregue na Secretaria de Educação em um ato, nesta quinta-feira (24).
Leia abaixo o manifesto:
Em defesa da educação pública - Pela convocação imediata dos aprovados no concurso

Nós, aprovados no concurso da educação (2014), consideramos um retrocesso a gestão do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) e do vice-governador José Thomaz Nonô (DEM), que soma também a gestão da secretária de Educação Josicleide Moura.
Alagoas amarga os piores índices sociais na educação. Dados recentes do Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes (PISA), mostram a triste realidade: os estudantes alagoanos de 15 anos ficaram com o último lugar em matemática foram 342 pontos, em leitura foram 355 pontos e em ciências 346, alcançando uma média de 347,763. A pior colocação entre os estados brasileiros. E mais, Alagoas ficou com o pior resultado em qualidade da educação, segundo o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).
Segundos a Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, Alagoas tem o maior índice de analfabetismo do país, com 21,8% dos habitantes de 15 anos ou mais que não sabem ler nem escrever. A evasão escolar, durante a gestão de Téo Vilela (2006-2013), chegou a aproximadamente de 93 mil alunos, uma média de 14 mil estudantes a menos por ano na rede pública. (Fonte: Gazeta de Alagoas, Caderno Especial, dia 30/03/2014).
Os motivos para a evasão vão da falta de perspectiva em que vive a maior parte da juventude que estuda nas péssimas escolas públicas e das intermináveis reformas que ultrapassam o prazo estipulado, sem as empresas serem notificadas, o que atrapalha e até mesmo impede o início do ano letivo. Além da preferência política/econômica do governador dada aos usineiros com a isenção fiscal que chega aos R$ 7 milhões por mês em impostos concedidos pelos decretos 23.115/2012, 23.116/2012 e 23.117/2012. Esse dinheiro poderia servir para aumentar o salário dos servidores, implantar os Planos de Cargo e Carreiras das categorias e contribuir para convocação de todos os aprovados no concurso.
As escolas sofrem com a falta de professores que são substituídos por monitores, profissionais mal remunerados, que não recebem hora/aula de departamento (planejamento de aula e correção de atividades), além de serem desprovidos de TODOS os direitos trabalhistas.

Os dados falam por si: vivemos um caos social na educação pública.

Diante disto, não há outra opção para melhorar a realidade da educação. Exigimos a convocação e nomeação imediata de todos os aprovados (dentro do número de vagas e cadastro de reserva) no último concurso para a educação do estado, que foi homologado em Diário Oficial no dia 12 de março de 2014.

domingo, 20 de abril de 2014

Chamado para a construção do 1º de maio em Alagoas


Desde 1889, O 1º de maio é o dia de luta dos trabalhadores. É importante mantermos essa tradição, com os trabalhadores organizados e indo às ruas para protestar contra os ataques que vem sofrendo por parte dos governos. Infelizmente, o governo Dilma/PT não tem respondido aos anseios dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros, mantendo uma política voltada para os ricos e as grandes empresas.  Em Alagoas, Téo Vilela é o principal responsável pela situação de miséria e abandono em que se encontra a população alagoana, com o aumento da precarização dos serviços de saúde e educação no estado.

Há 15 anos, a educação está em caráter de emergência e seus índices negativos só têm aumentado. Com o PSDB há oito anos à frente do governo do estado, perderam-se 93 mil alunos na rede pública de ensino. As escolas estaduais e municipais não têm o mínimo de condições para o funcionamento, causando indignação dos professores. Na saúde não é diferente. O prefeito Rui Palmeira, também do PSDB, precariza e privatiza ainda mais os serviços de saúde do município através do “Projeto Municipal de Organizações Sociais”. Esses são os “novos modelos de gestão do SUS” que só beneficiam o setor privado.

Sabemos que o Governo Dilma também possui responsabilidade sobre o caos da educação e da saúde. Quase metade do orçamento do Estado brasileiro (49,15%) é destinada a pagar os juros e serviços da dívida pública. Em razão dessa política do governo federal, os servidores federais estão em plena luta em todo o país e caminham para uma greve geral do setor.

Diante dessa situação, convocamos todos os movimentos, sindicatos e demais organizações de trabalhadores para se somar a construção de um 1° de Maio combativo e em defesa dos trabalhadores. Vamos construir um dia em defesa dos serviços públicos de qualidade, dos trabalhadores. Contra os ataques dos governos e a criminalização dos movimentos sociais e sindical.

Reunião: Terça-feira (22/04), às 19h, no SINDIPETRO/AL-SE (Rua do Imperador, em frente à antiga malharia Falcão, s/n).

Assinam:
CSP/CONLUTAS
Fórum Alagoano dos Servidores Públicos Federais
Movimento Luta de Classes
Sindicato dos Auxiliares Administrativos de Alagoas (SAE/AL)
Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal e do MPU em Alagoas (SINDJUS/AL)
Sindicato dos Trabalhadores Técnico Administrativos da Universidade Federal de Alagoas (SINTUFAL)

terça-feira, 18 de março de 2014

TRABALHADORES E JUVENTUDE DE VOLTA ÀS RUAS CONTRA O AUMENTO DA PASSAGEM DE ÔNIBUS!

O mês de março já começa trazendo de volta à discussão um debate importante: o do passe livre. Após o desembargador James Magalhães decretar o aumento das passagens para R$ 2,50, novamente a população maceioense sai às ruas em mobilização contra esse aumento, que se oficializou a partir do dia 1º de março.

É inadmissível que o Tribunal de Justiça (TJ) aprove mais um ataque à população maceioense, estudantes e trabalhadores que utilizam do transporte público para se locomover para seus locais de trabalho e lazer. Além disso, é sabido que o transporte em Maceió funciona sob péssimas condições de estrutura e locomoção.

TRANSPAL E TJ UNIDOS CONTRA OS TRABALHADORES DE MACEIÓ

Entra ano, sai ano, os trabalhadores e o povo pobre são surpreendidos com mais aumentos abusivos, que já vem se tornando rotina entre os maceioenses. E a TRANSPAL, aqui em Alagoas, funciona como um verdadeiro cartel das empresas de ônibus, que a cada dia obtém lucros cada vez maiores com um serviço que deveria ser público. Infelizmente o TJ acaba dando o aval dos grandes donos de empresas de transporte, em quase todas as tentativas de aumento anteriores.

Porém, é importante que o movimento não deposite nenhuma confiança no atual prefeito Rui Palmeira (PSDB-AL). Apesar de ter dado pronunciamentos públicos contra o aumento de 2,50, e dizer que ia entrar na Justiça para impedir que o mesmo ocorresse, esteve à frente de uma prefeitura que em 2013, junto com a Câmara de Vereadores (à exceção de alguns parlamentares como Heloísa Helena), se recusou a discutir a possibilidade de implantar o Passe Livre em Maceió.

A IMPORTÂNCIA DA CONTINUIDADE DAS MOBILIZAÇÕES

É importante que o movimento se fortaleça para que tenha forças para derrotar mais um aumento, tal como nas mobilizações de junho de 2013, que foram vitoriosas em todo o país, chegando a colocar governos estaduais e municipais e o Governo Dilma na defensiva, pressionando estes governos a revogar aumentos em várias capitais do país.

Nós da CSP-Conlutas - Alagoas, estamos junto com o DCE UFAL, que chamou uma plenária unificada junto com as demais organizações e movimentos para discutir a atuação nos próximos dias. A CSP-Conlutas convida a toda a população de Maceió a se somar a mobilização e barrar de vez por todas esse aumento!


Contra o aumento da passagem!
Tarifa Zero já!
Passe-livre para estudantes e desempregados!

quarta-feira, 5 de março de 2014

Unir a classe trabalhadora contra o machismo

Chega de dinheiro para a Copa! Queremos dinheiro para o combate à violência, saúde, educação, moradia e transporte!




No próximo sábado (08/03) é comemorado o dia internacional da mulher. Mais que fazer festa e entregar rosas às mulheres, é necessário que este dia seja considerado e utilizado como instrumento de luta e combate contra o machismo. Esta ideologia opressora 

No Brasil em geral vem aumento crimes ligados ao machismo, racismo e homofobia, sem que haja verdadeiramente uma política de estado para enfrenta este problema. Em Alagoas, segundo estado brasileiro que mais mata mulheres, com uma taxa de 8,3 homicídios para cada 100mil habitantes, a situação é ainda pior. O estado que amarga índices baixíssimos de IDH, também vem se destacando com os altos números de violência contra negros e negras, homossexuais e mulheres, amarga a existência de apenas três delegacias e uma casa abrigo

Não se pode falar de machismo sem relacioná-lo diretamente a pobreza e a exploração. As mulheres que hoje são mais da metade da humanidade e da classe trabalhadora, são as primeiras e principais vítimas da terceirização, do trabalho precarizado, dos empregos informais e assédio moral e sexual. Assim como, também são as mulheres da classe trabalhadora as que sentem na pele a falta de uma rede de saúde pública de qualidade, escolas e creches gratuitas, o caos do transporte pública e segurança brasileiros.

No pais da copa, onde milhões de reais foram investidos para este mega evento, pouquíssimo da riqueza é investida para atender as necessidades da população. Não existe de fato uma rede de apoio a mulheres vítimas de violência domestica, os hospitais e postos de saúde continuam sem pessoal suficiente e estrutura dignas, as crianças ainda ficam com tias e avós para que suas mães trabalhem, nos empregos as mulheres ainda são tratadas de maneira desigual, recebendo menos , sem que o as autoridades intervenham para acabar com os mesmos.

Por tudo isso, nesse 08 de Março, se faz necessário is as ruas cobrar políticas efetivas de combate a violência, cobrar condições dignas de vida e organizar as mulheres e homens para lutas contra o machismo e exploração. 

O Movimento Mulheres em Luta (MML) Alagoas, estará nesta sexta - feira (07/03) no centro de Maceió (em frente ao antigo Produban) realizando um ato contra violência sofrida pelas mulheres. Fazemos um chamando a todas e todas (homens e mulheres) para que compareçam para enfrentar e lutar contra o machismo e violência. Acesse aqui o evento do ato no FaceBook.

O programa do MML para o 8 de março:

· Chega de Estupros e Mortes! Basta de violência contra as mulheres!

· Pela ampliação e implementação da Lei Maria da Penha!

· Não ao Bolsa Estupro! Estuprador não é pai! Pelo arquivamento do PL 478/07!

· Educação sexual para não engravidar, anticoncepcionais gratuitos para não abortar e aborto legal, seguro e gratuito para não morrer!

· Não ao turismo sexual! Contra o PL 4211/2012, que regulamenta a prostituição como profissão!

· Chega de violência e assédio contra as mulheres nos transportes públicos!

· Não ao aumento da tarifa! Passe Livre Já! 2% do PIB para o transporte já!

· Mais recursos para atendimento especializado à saúde da mulher!

· 10% do PIB para a Saúde Pública!

· Creches públicas, gratuitas, estatais e de qualidade!

· 10% do PIB para a Educação Pública Já!

· Todo apoio às ocupações sem teto pelo país!

· Mais investimento público para moradias populares!

· Salário Igual para Trabalho Igual!

· Pelo fim das terceirizações! Não ao PL 4330!

· Não ao pagamento das dívidas interna e externa!

· Basta de repressão! Contra a Lei antiterror!

· Por uma sociedade sem machismo e sem exploração! Por uma sociedade socialista!


terça-feira, 12 de novembro de 2013

Contra um sindicato dos patrões vote Chapa 3 – “Resgatando a Dignidade”


No dia 29 de novembro, os Rodoviários de Alagoas irão às urnas para escolher a nova direção do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado de Alagoas (SINTTRO-AL). A CSP-Conlutas apoia a Chapa 3, “Resgatando a Dignidade”. 

Entendemos que os companheiros que compõem a Chapa 3 expressam uma mudança real nos caminhos que, até então, o SINTTRO/AL vem seguindo. Eles representam os interesses de todos os trabalhadores rodoviários, formando uma chapa que defenderá os trabalhadores e não, os patrões. 

Os trabalhadores da Chapa “Resgatando a Dignidade” são os que realmente têm se colocado em defesa de sua categoria. Eles participaram das mobilizações deste ano, denunciando a precarização do trabalho nos transporte, o arrocho salarial e as péssimas condições de trabalho. Essa realidade existe para que os donos das empresas tenham lucros cada vez maiores.


Votar na Chapa 3, além resgatar a dignidade dos trabalhadores rodoviários, significa, hoje, construir um sindicato autônomo, compromissado com os trabalhadores e sem nenhuma relação com patrões ou governos. Um sindicato que seja construído pela base dos trabalhadores que, diariamente, enfrentam  estradas e vias em péssimas condições, ônibus sucateados, insegurança e salários rebaixados. Significa fortalecer a luta contra as opressões, contra o assédio sofrido pelas companheiras rodoviárias.


Por isso, a CSP-Conlutas apoia a Chapa 3 e convida os trabalhadores rodoviários alagoanos a construírem um SINTTRO/AL dos trabalhadores, que seja de luta, capaz de enfrentar patrões e governos, e que tenha como compromisso a conquista de direitos para a categoria.


Assinam:

Central Sindical e Popular – Conlutas/Alagoas (CSP – Conlutas/AL)
Movimento Mulheres em Luta de Alagoas (MML/AL)
Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal e do MPU em Alagoas (SINDJUS/AL)
Sindicato dos Petroleiros, Petroquímicos, Químicos e Plásticos de Alagoas e Sergipe (Sindipetro AL/SE)
Sindicato dos Servidores Públicos Federais da Educação Básica e Profissional no Estado de Alagoas (SINTIETFAL)

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Comitê alagoano “O petróleo tem que ser nosso” será lançado amanhã (19/06)


Nacionalmente, têm sido criados comitês contra os leilões do petróleo brasileiro. Em Alagoas, o Comitê “O petróleo tem que ser nosso” será lançado nesta quinta-feira (19/09), com a perspectiva de organizar mobilizações no estado para cancelar os leilões. O evento acontecerá às 18h30, no auditório do Sindipetro AL/SE (Rua do Imperador, 389, Centro). Ocorrerá a exibição do filme “Ouro Negro”. E, em seguida, será realizado um debate sobre “Geopolítica do Petróleo”, com a participação do geólogo da Petrobrás e dirigente do Sindipetro AL/SE, Dalton Francisco dos Santos. Essa é uma iniciativa do Sindicato dos Petroleiros, Petroquímicos, Químicos e Plásticos de Alagoas e Sergipe (Sindipetro AL/SE), com o apoio da Central Sindical e Popular – Conlutas/Alagoas (CSP – Conlutas/AL) e da Federação Nacional de Petróleo (FNP).

A organização desses comitês foi impulsionada pelo anúncio da 12ª rodada de leilões do petróleo, prevista para o dia 21 de outubro. Dessa vez, governo Dilma (PT) venderá o Megacampo de Libra, na Bacia de Santos. Essa área de exploração petrolífera é considerada a maior descoberta da camada pré-sal brasileira, possuindo um valor estimado em R$ 3 trilhões. Porém, de acordo com o Instituto Latino-americano de Estudos Sócio-Econômicos (Ilaese), a expectativa é que o campo seja vendido por 0,1% de seu valor (R$ 3 bilhões). Os compradores são as famílias Rockefeller e Rothschild, donas das quatro maiores indústrias petroleiras do mundo.

 “Se toda a riqueza do petróleo brasileiro ficasse para o povo brasileiro e não para as multinacionais nesses leilões, nós poderíamos garantir 10% do PIB para a educação, 6% do PIB para a saúde, 2% do PIB para os transportes públicos. Ia garantir saúde, educação e transporte de forma pública, estatal e de qualidade para todo o povo. Estão deixando grande parte da riqueza ir pro estrangeiro. Não podemos permitir isso. Temos que garantir que toda a riqueza do petróleo seja usada para o bem e para o desenvolvimento do Brasil”, explica Nazareno Godeiro, coordenador do Ilaese.

Outro motivo para ser contra a venda é o aumento do preço dos combustíveis. De acordo com o Sindipetro AL/SE, o petróleo descoberto na camada pré-sal poderia baratear o preço do litro da gasolina vendida no Brasil. Calcula-se que o tanque de um automóvel que tem a capacidade de receber 45 litros seria cheio com menos de um real.

“Todos os movimentos sociais, as entidades estudantis e trabalhadoras devem se somar ao comitê. Cabe à população barrar esse ataque à soberania nacional”, convida Paulo Bob, dirigente da CSP – Conlutas/AL. O comitê espera realizar uma manifestação no dia 3 de outubro. Esse ato será organizado nacionalmente pela FNP e coincide com o aniversário de 60 anos da Petrobrás.

Serviço: Lançamento do Comitê “O petróleo tem que ser nosso de Alagoas”, na quinta-feira (16/09), às 18h30, no auditório do Sindipetro AL/SE (Rua do Imperador, 389, Centro). Será exibido o filme “Ouro Negro” e realizado um debate sobre “Geopolítica do Petróleo”, com a participação do geólogo da Petrobrás e dirigente do Sindipetro AL/SE, Dalton Francisco dos Santos.

EDITAL PARA CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL DA COORDENAÇÃO ESTADUAL DA CSP-CONLUTAS/AL